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Em São Paulo, número de mortes em casa dobra durante pandemia de Covid-19

26 Abr2020

Por Jbelmont às 10h40

Desde o início do mês, Samu é responsável por atestar mortes caseiras; 'Passo duas ou três horas no local apenas preparando o corpo e fazendo a autópsia verbal', diz médico

SÃO PAULO - Logo depois de acordar, no feriado de 21 de abril, Rogério da Silva Filho, de 44 anos, sentiu-se mal e caiu no banheiro de seu apartamento, na Zona Sul de São Paulo.

Ana Cristina Silva, sua mulher, conseguiu carregá-lo para a cama, mas em poucos minutos Rogério morreu. Levou oito horas até que o corpo fosse retirado e transportado para o cemitério da Praia Grande, litoral de São Paulo.

O único problema que ele tinha era a pressão alta, mas estava controlada. De repente ele se foi, é difícil de acreditar — conta Ana Cristina, que passou quatro horas ao lado do corpo do marido até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Como em todos os casos assim, o corpo de Rogério foi preparado por médicos e enfermeiros do Samu: foi despido, desinfetado com uma solução de água com hipoclorito de sódio e colocado em um saco plástico. Ficou assim por mais quatro horas no quarto, até que o serviço funerário o levasse direto para o cemitério, onde foi enterrado ao lado dos pais, depois de uma cerimônia simples.

Rogério havia recebido o resultado positivo para a Covid-19 poucos dias antes de morrer. Parecia estar se recuperando bem. Por duas vezes ele havia ido ao Hospital Cruz Azul, na região central da capital, onde trabalhava como analista de sistemas. Nas duas vezes foi instruído a voltar para casa e acompanhar os sintomas.

Como em todos os casos assim, o corpo de Rogério foi preparado por médicos e enfermeiros do Samu: foi despido, desinfetado com uma solução de água com hipoclorito de sódio e colocado em um saco plástico. Ficou assim por mais quatro horas no quarto, até que o serviço funerário o levasse direto para o cemitério, onde foi enterrado ao lado dos pais, depois de uma cerimônia simples.

Rogério havia recebido o resultado positivo para a Covid-19 poucos dias antes de morrer. Parecia estar se recuperando bem. Por duas vezes ele havia ido ao Hospital Cruz Azul, na região central da capital, onde trabalhava como analista de sistemas. Nas duas vezes foi instruído a voltar para casa e acompanhar os sintomas.

 



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Mega-Sena, concurso 2.255: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 42 milhões

25 Abr2020

Por Jbelmont às 22h04

Números sorteados neste sábado foram: 15 - 20 - 39 - 41 - 49 - 57. A quina teve 25 acertadores; cada um levará R$ 93.534,52

 

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.255, sorteado neste sábado (25) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.

Os números sorteados foram: 15 - 20 - 39 - 41 - 49 - 57.

A quina teve 25 acertadores; cada um levará R$ 93.534,52. A quadra teve 2.144 apostas vencedoras; cada uma receberá R$ 1.558,07.

O próximo concurso (2.256) será na quarta-feira (29). O prêmio é estimado em R$ 42 milhões.

 

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Empresário Paulo Eduardo é pré-candidato a prefeito de São Tomé

25 Abr2020

Por Jbelmont às 20h36

Surge um novo nome à pré-candidato a prefeito de São Tomé/RN. Paulo Eduardo é empresário da construção civil com grande serviço prestado ao município na área da agricultura, pecuária e mineração. Ele vem se destacando por defender a geração de emprego e renda com foco na fruticultura, pecuária e agroindústria. Paulo conta com um grande grupo de apoiadores, inclusive da família Pereira, que lança uma pré-candidata a vereadora, Nina Pereira.

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Brasil registra 346 mortes por coronavírus nas últimas 24h, número de óbitos é 4.016; Com mais 5.514 casos, total chega a 58.509 infectados

25 Abr2020

Por Jbelmont às 19h07

 

O Brasil contabiliza 4.016 óbitos e 58.509 casos confirmados de Covid-19, de acordo com dados divulgados neste sábado (25) pelo Ministério da Saúde.

Segundo a pasta, o país registrou 346 novas mortes de Covid-19 nas últimas 24 horas. Na última sexta-feira (24), o número de mortes era de 3.670 e 52.995 casos confirmados.

A taxa de letalidade do novo coronavírus no Brasil é de 9,4%, ainda segundo o ministério.

R7

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Natal tem décimo óbito em decorrência da Covid-19; RN contabiliza 41 mortes por coronavírus

25 Abr2020

Por Jbelmont às 19h04

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal, SMS-NATAL, informa que neste sábado (25), foi confirmado o óbito da décima vítima diagnosticada com a Covid-19, na capital potiguar. É a 41º morte provocada pelo coronavírus no Rio Grande do Norte.

A paciente, do sexo feminino, 83 anos, com históricos de pneumonias de repetição e de epilepsia, acamada por fratura de fêmur, buscou o serviço público em 20/04, sendo transferida para outra unidade com UTI em 21/04, evoluindo para óbito no dia 25/04.

bg

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PF identifica Carlos Bolsonaro como articulador em esquema criminoso de fake news

25 Abr2020

Por Jbelmont às 18h43

Foto: Câmara Municipal do Rio de Janeiro

A Polícia Federal identificou o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, como um dos articuladores do esquema criminoso de fake news, segundo investigação sigilosa conduzida pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Nos últimos meses, o presidente cobrou informações sobre as investigações, em reuniões e por telefone, de Maurício Valeixo, demitido da diretoria-geral da PF na última sexta (23). Segundo a Folha apurou, Valeixo resistiu ao assédio de Bolsonaro.

Um dos quatro delegados que atuam no inquérito é Igor Romário de Paula, que coordenou a Lava Jato em Curitiba quando Sergio Moro, agora ex-ministro da Justiça, ​era o juiz da operação. Valeixo foi superintendente da PF no Paraná no mesmo período e escalado por Moro para o comando da PF.

Dentro da Polícia Federal, não há dúvidas de que Bolsonaro pressionou Valeixo, homem de confiança de Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho, chamado por ele de 02 e vereador do Rio de Janeiro pelo partido Republicanos.

Para o presidente, tirar Valeixo da direção da PF poderia abrir caminho para obter informações da investigação do Supremo ou inclusive trocar o grupo de delegados responsáveis pelo caso.

Não à toa, na sexta-feira (24), logo após Moro anunciar publicamente sua demissão do Ministério da Justiça, o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no Supremo, determinou que a PF mantenha os delegados no caso. ​

O inquérito foi aberto em março do ano passado pelo presidente do STF, Dias Toffoli, para apurar o uso de notícias falsas para ameaçar e caluniar ministros do tribunal.


Carlos é investigado sob a suspeita de ser um dos líderes de grupo que monta notícias falsas e age para intimidar e ameaçar autoridades públicas na internet. A PF também investiga a participação de seu irmão Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de SP.

Procurado por escrito e por telefone, o chefe de gabinete de Carlos não respondeu aos contatos da reportagem.

Para o lugar de Valeixo, no comando da PF, Bolsonaro escolheu Alexandre Ramagem, hoje diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Ramagem é amigo de Carlos Bolsonaro, exatamente um dos alvos do inquérito da PF que tramita no STF.

Os dois se aproximaram durante a campanha eleitoral de 2018, quando Ramagem atuou no comando da segurança do então candidato presidencial Bolsonaro após a facada que ele sofreu em Juiz de Fora (MG).

Carlos foi quem convenceu o pai a indicá-lo para o lugar de Valeixo. Os dois ficaram ainda mais próximos quando Ramagem teve cargo de assessor especial no Planalto nos primeiros meses de governo. Carlos é apontado como o mentor do chamado “gabinete do ódio”, instalado no Planalto para detratar adversários políticos.

Segundo aliados de Moro, ao mesmo tempo que a PF avançava sobre o inquérito das fake news, Bolsonaro aumentava a pressão para trocar Valeixo.

Bolsonaro enviou mensagem no início da manhã de quinta-feira (23) a Moro com um link do site Antagonista com uma notícia sobre o inquérito das fake news intitulada “PF na cola de 10 a 12 deputados bolsonaristas”.

“Mais um motivo para a troca”, disse o presidente a Moro se referindo à sua intenção de tirar Valeixo.

Moro respondeu a Bolsonaro argumentando que a investigação, além de não ter sido pedida por Valeixo, era conduzida por Moraes, do STF.

O mesmo grupo de delegados do inquérito das fake news comanda a investigação aberta na terça-feira (22), também por Moraes, para apurar os protestos pró-golpe militar realizados no domingo passado e que contaram, em Brasília, com a participação de Bolsonaro.

Assim como no caso das fake news, o ministro do STF determinou que os delegados não podem ser substituídos. O gesto é uma forma de blindar as apurações dos interesses pessoais e familiares do presidente da República.

Há uma expectativa dentro do Supremo de que os dois inquéritos, das fake news e dos protestos, se cruzem em algum momento. Há suspeita de que empresários que financiaram esse esquema de notícias falsas também estejam envolvidos no patrocínio das manifestações.

Coincidentemente, Bolsonaro apertou o cerco a Valeixo após a abertura dessa nova investigação.

Dentro do STF, pessoas próximas a Moraes avaliam que ele deve encerrar logo a investigação das fake news para se dedicar à dos protestos.

O inquérito foi aberto a pedido do procurador-geral, Augusto Aras, e envolveria pelo menos dois deputados apoiadores de Bolsonaro.

O objetivo de Aras é apurar possível violação da Lei de Segurança Nacional por “atos contra o regime da democracia brasileira por vários cidadãos, inclusive deputados federais, o que justifica a competência do STF”.

Interlocutores do procurador-geral afirmam que, inicialmente, Bolsonaro não será investigado. Alertam, porém, que, caso sejam encontrados indícios de que o chefe do Executivo ajudou a organizar as manifestações, ele pode vir a ser alvo do inquérito.

Em sua decisão, Moraes cita a Constituição e salienta que o ato, como descrito pelo PGR, “revela-se gravíssimo, pois atentatório ao Estado Democrático de Direito brasileiro e suas Instituições republicanas”.​



FolhaPress

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Kim Jong-un morre após complicações em cirurgia, diz TMZ

25 Abr2020

Por Jbelmont às 18h27

Segundo o site TMZ, dos Estados Unidos, o líder supremo norte-coreano Kim Jong-un, de 36 anos, morreu na madrugada deste domingo, na Coreia do Norte. O ditador teria falecido após complicações durante uma cirurgia.

Segundo o site norte-americano, o ditador foi atendido por uma equipe chinesa para a realização de cirurgia cardíaca, após inflamação de vazos sanguíneos próximos ao coração. O “time” do país vizinho teria sido enviado nessa sexta-feira para tratar do estado de saúde de Kim Jong-un.

Na matéria em que noticia a morte do ditador, porém, o TMZ não cita nenhuma fonte própria e usa somente replicações da imprensa internacional. Horas antes, a revista japonesa Shukan Gendai noticiou que Kim Jong-un estava em estado vegetativo pelo mesmo motivo da possível morte.

Já a agência de notícias sul-coreana Yonhap noticia a ausência do ditador em um evento público de forte apelo neste sábado. O ditador não teria participado da celebração dos 88 anos do Exército Norte-Coreano, o que voltou a colocar o estado de saúde do líder sob desconfiança. O quadro clínico do líder é assunto desde o fim da última semana.

Nenhuma dessas confirmações ainda foram confirmadas pelo governo chinês ou norte-coreano. A última aparição pública de Kim Jong-un foi em 12 de abril deste ano, quando vistoriou aviões militares da Coreia do Norte.

Estado de Minas

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13 profissionais de saúde de SP morreram por coronavírus, diz Prefeitura; servidores protestam pedindo proteção

25 Abr2020

Por Jbelmont às 18h19

Funcionários públicos fizeram manifestação em frente ao Hospital Tide Setúbal, na Zona Leste da capital, e cobraram mais equipamentos de proteção no local.

A Prefeitura de São Paulo confirmou neste sábado (25) que 13 profissionais de saúde do município morreram por causa do novo coronavírus. Já são 3.106 servidores afastados, sendo 713 com casos confirmados e 2.354 com sintomas de gripe.

Médico que atendia em UPAs morre com suspeita de coronavírus

Além das mortes confirmadas pela Covid-19, há também os casos sem resposta. Rosimari Alves é viúva de um auxiliar de enfermagem que morreu com suspeita de coronavírus, e, segundo ela, o resultado do teste para a doença ainda não saiu.

"Todo dia ligo e não saiu ainda o resultado, está no atestado de óbito como 'insuficiência respiratória', e ele não tinha nenhum problema de saúde, era uma pessoa supersaudável", disse.

Servidores pedem proteção



Profissionais da saúde fazem protesto no Hospital Tide Setúbal

Servidores municipais de São Paulo realizaram também neste sábado uma manifestação em homenagem aos profissionais da saúde que morreram por causa do coronavírus.

O ato, que ocorreu em frente Hospital Tide Setúbal, na Zona Leste, também cobrou estrutura de trabalho (equipamentos de proteção e insumos) e valorização dos profissionais da saúde que enfrentam a pandemia.

O Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) afirma que o Tide Setúbal não tem equipamento de proteção suficiente para os trabalhadores, conforme mostrou o G1 no último dia 17.

O SP1 questionou a Prefeitura de São Paulo sobre a acusação, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

g1

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RN tem 27 novos casos de coronavírus, 781 no total; óbitos são 40, dois deles registrados nas últimas 24h

25 Abr2020

Por Jbelmont às 11h52

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte (Sesap) atualizou os dados do coronavírus no RN neste sábado (25). Os números foram informados por Petrônio Spinelli, Secretário-adjunto da Sesap, em coletiva no fim da manhã de hoje.

O mais recente boletim epidemiológico soma 781 casos de Covid-19 no RN em 53 cidades. São 27 casos a mais que na sexta-feira, quando eram 754 infectados.

São 40 as mortes causadas pela pandemia no estado, em 17 cidades, dois registros de óbitos nas últimas 24 horas.

O número de suspeitos chega a 3.928. Os casos descartados são 2.838.

SESAP

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'É o começo do fim de Bolsonaro’, diz presidente do grupo com 300 empresários que apoiaram Bolsonaro em 2018

25 Abr2020

Por Jbelmont às 10h18

'Presidente do Instituto Brasil 200, Gabriel Kanner diz que a saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça é “o começo do fim de Bolsonaro”. O instituto reúne cerca de 300 empresários em todo o Brasil que apoiaram o presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista ao Estado, Kanner afirma que, com as acusações “gravíssimas” de Moro, o apoio fica “completamente abalado”. “Se perde”, disse. “Hoje, qualquer tipo de esperança que a gente pudesse ter no Bolsonaro veio por água abaixo”. Kanner disse ainda que é possível que o ministro da Economia, Paulo Guedes, saia do governo em breve.

Qual o impacto da saída do ministro Sergio Moro?

É impressionante. Todo mundo acreditou que Bolsonaro pudesse fazer uma transformação na política brasileira, uma limpa, combater a corrupção, esses pilares que o elegeram em 2018, representavam que ninguém aguentava mais o que tinha acontecido no Brasil. Hoje, qualquer tipo de esperança que a gente pudesse ter no Bolsonaro veio por água abaixo. Não só pela saída do Sérgio Moro, gravíssima, que abala fortemente a base de sustentação do governo, mas as acusações são extremamente graves. Essa interferência, que ele queria ter na Polícia Federal, não vimos nem na época do PT quando começou a Lava Jato. Mostra outra faceta do Bolsonaro que até agora não havia sido exposta. Faz a gente perder qualquer tipo de confiança que a gente podia ter no presidente. Vai ser a palavra de um de outro. Mas eu acredito no ministro Moro de que o presidente queria ter alguém na PF.

O sr. representa um grupo de empresários que apoiou o presidente. Como ficará o apoio desses empresários a partir de agora?

O apoio fica completamente abalado. Hoje, contamos com cerca de 300 empresários pelo Brasil inteiro. E apoio se perde. Não tem como manter apoio a um presidente que vai tão de desencontro aos valores que o elegeram. Ele está fazendo o contrário. A gente elegeu o Bolsonaro para combater a corrupção e ele está fazendo o contrário. O apoio fica completamente abalado.

Todos os empresários do grupo vão retirar o apoio?

Não posso falar por todos. Mas, sem dúvida, é o começo do fim do Bolsonaro. Dificilmente, ele vai conseguir uma base de apoio dos empresários. Até por causa do isolamento do Paulo Guedes.

Como o sr. vê a fritura do Paulo Guedes, que é o alvo da vez dos bolsonaristas?

Esse plano Pró-Brasil sem a participação de Paulo Guedes imagino que o ministro deva sair em breve do governo. Isso realmente destrói qualquer esperança que a gente possa ter. Do ponto de vista econômica, é muito grave. A gente vinha de uma mudança de rota da economia, buscando uma recuperação econômica. Vai ser muito difícil a retomada da economia. É muito incerto. Não temos como saber se o Paulo Guedes vai permanecer ou sair. A forma como foi abalada a confiança nos deixa muito inseguros.

Qual a expectativa do sr. em relação à permanência do ministro?

Ele já entrou em rota de colisão. Se a gente acompanha todos os casos. Eles sempre acabaram em demissão. É possível que o Paulo Guedes saia do governo em breve.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Paciente de 41 anos que estava em UTI é mais uma vítima do coronavírus no RN; são 40 óbitos no Estado

25 Abr2020

Por Jbelmont às 09h58

Um paciente de 41 anos de idade, residente na cidade de Carnaúba dos Dantas, faleceu na noite de sexta-feira (24) no Hospital Regional do Seridó, em Caicó.

Foi o primeiro óbito registrado por covid-19 na unidade hospitalar. A vítima estava internada há cinco dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O hospital divulgou nota em perfil do Instagram, veja abaixo:

bg

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Polícia apreende R$ 10 mil em notas falsas em quarto de hotel em Natal

25 Abr2020

Por Jbelmont às 09h54

Duas armas também foram encontradas no local. Objetos pertenciam a três hóspedes do hotel, que acabaram presos.



A Polícia Civil apreendeu R$ 10 mil em cédulas falsa em um hotel na Praia do Meio, em Natal. O dinheiro pertencia a três hóspedes do estabelecimentos. Dois homens foram presos e um adolescente foi apreendido.

Os policiais foram ao local nesta sexta-feira (24) após uma denúncia anônima. O dinheiro estava escondido em um dos quartos do hotel. No quarto, também foram apreendidos dois revólveres calibre 38 municiados e balanças de precisão.

Os dois homens foram encaminhados ao sistema prisional. Eles vão responder pelos crimes de falsificação de dinheiro e posse ilegal de arma de fogo.

Após o flagrante, a polícia civil agora investiga quem forneceu o dinheiro falsificado, e onde ele seria distribuído.

 

g1rn

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Líder do PSL apresenta pedido de impeachment de Bolsonaro

25 Abr2020

Por Jbelmont às 09h37

Pedido será com base em crime de responsabilidade



Joice Hasselmann (PSL-SP)
Após passar a tarde na casa de Rodrigo Maia (DEM-RJ), a líder do PSL na Câmara, Joice Hasselmann (PSL-SP), protocolou um pedido de impeachment contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (24). O pedido será com base em crime de responsabilidade.
"Interferência direta de presidente na Polícia Federal, que investiga crime de seus filhos", disse. Ela disse também que conversou com juristas que participaram do processo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) para formular seu pedido.

Joice disse que apenas comunicou Maia sobre o pedido e que o deputado "calou-se", sem fazer qualquer comentário. A deputada disse ainda que conversou com outras lideranças mas não especificou quais, e afirmou que não falou com a oposição.

"Até pelo bom andamento do trabalho legislativo, não cabe a mim fazer pressão ao presidente da Câmara", disse. Joice fez críticas a Bolsonaro e elogiou a postura de Sérgio Moro ao deixar o ministério da Justiça e Segurança Publica. "Não é verdade que ele estava negociando uma vaga no Supremo", disse, rebatendo

 

Estadão

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GUEDES SE SOLIDARIZA COM MORO

25 Abr2020

Por Jbelmont às 09h24

Ministro da Economia disse que entende decisão do agora ex-colega

 

Ministro da Economia disse que entende decisão do agora ex-colega

Paulo Guedes se solidarizou com Sergio Moro ontem, afirmando que entende a decisão do agora ex-colega.

Moro e Guedes eram muito próximos e os dois em diversos momentos desabafaram entre si sobre os arroubos de Bolsonaro.

 

ÉPOCA

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Moro tem áudios de conversas com Bolsonaro

24 Abr2020

Por Jbelmont às 23h51

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro dispõe de uma série de mensagens de áudio e de texto trocadas com o presidente Jair Bolsonaro ao longo dos quase 14 meses em que participou do governo, desde que largou a toga e os processos penais da Lava-Jato.
 

Boa parte das acusações feitas por Moro contra Bolsonaro, que em seu discurso de despedida deixou margem para entendimento de que o presidente cometeu crimes de responsabilidade, está amparada em material que, no limite, pode ser usado como prova documental. 


Em seu pronunciamento, Moro apontou indícios de ao menos seis tipos de crimes que podem ter sido cometidos por Bolsonaro no exercício do cargo, de acordo com avaliações de criminalistas ouvidos pela reportagem.

Com a experiência de 22 anos na magistratura federal, é de se esperar que Sergio Moro não faça acusações com base em ilações, mas sim fundamentadas em indícios mínimos que tipifiquem eventuais condutas ilícitas por parte do presidente.

A acusação de que Bolsonaro tentou – e ainda tenta – controlar a Polícia Federal (PF) para ter acesso a investigações sigilosas, inclusive as que tramitam sob segredo no Supremo Tribunal Federal (STF), é considerada uma das mais graves e foi tema de conversas entre os ministros da mais alta Corte, como revelou mais cedo o Valor.

O Planalto já pode estar na mira do inquérito das Fake News que tramita no STF, que chegou à identidade de financiadores de ataques nas redes sociais à oposição a Bolsonaro.



Valor Econômico

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Moro exibe troca de mensagens em que Bolsonaro cobra mudança no comando da PF

24 Abr2020

Por Jbelmont às 23h25

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro exibiu nesta sexta-feira (24) à TV Globo uma troca de mensagens entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, ocorrida nesta quinta (23), na qual Bolsonaro cobrou mudança no comando da Polícia Federal.

Mais cedo, nesta sexta, ao anunciar que havia decidido deixar o cargo, Moro afirmou que Bolsonaro tentou interferir politicamente na PF ao decidir demitir o agora ex-diretor-geral da corporação Maurício Valeixo.

Depois, também em pronunciamento, Bolsonaro afirmou que as declarações de Moro eram infundadas e que ele não havia tentado interferir na Polícia Federal.

Após o pronunciamento de Bolsonaro, a TV Globo cobrou de Moro provas de que as declarações tinham fundamento. O ex-ministro mostrou, então, a imagem de uma troca de mensagens entre ele e o presidente, ocorrida nesta quinta.

O contato é identificado por “presidente novíssimo”, indicando ser o número mais recente de Bolsonaro. A imagem mostra que o presidente enviou a Moro o link de uma reportagem do site “O Antagonista” segundo a qual a PF está “na cola” de dez a 12 deputados bolsonaristas.

 



O presidente, então, escreveu: “Mais um motivo para a troca”, se referindo à mudança na direção da Polícia Federal.

Imagem: reprodução/TV Globo

Sergio Moro respondeu ao presidente explicando que a investigação não tinha sido pedida pelo então diretor da PF, Maurício Valeixo. Moro enviou a mensagem: “Esse inquérito é conduzido pelo ministro Alexandre, no STF”, se referindo ao ministro Alexandre de Moraes.

 

Imagem: reprodução/TV Globo 


Moro prossegue: “Diligências por ele determinadas, quebras por ele determinadas, buscas por ele determinadas”. E finaliza: “Conversamos em seguida, às 0900”, referindo-se ao encontro que os dois teriam.

G1

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Coronavírus: Brasil tem 52.995 casos confirmados e 3.670 mortes

24 Abr2020

Por Jbelmont às 18h57

 

BRASÍLIA - O número de pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus no Brasil subiu para 52.995 e o total de mortes chega a 3.670. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde na tarde desta sexta-feira. No último balanço do governo, na quinta-feira, o total de infectados chegava a 49.492 e 3.313 mortes confirmadas.

Foram 3.503 novos casos e 357 novas mortes incluídas no boletim da pasta nas últimas 24 horas. Não significa que ocorreram neste prazo, mas sim que foram notificados ao Ministério da Saúde para serem contabilizados no informe diário da pasta.

São Paulo tem os maiores números, com 17.826 casos e 1.512 óbitos. Em segundo lugar, está o Rio de Janeiro, que registra 6.282 pessoas diagnosticadas e 570 mortes.

Pandemia: Os números do coronavírus no Brasil e no mundo

Em relação às mortes, Pernambuco aparece em terceiro, com 352, seguido do Ceará, em quarto lugar, com 284 óbitos.

Sobre número de casos, a posição se inverte, ficando o Ceará em terceiro lugar no ranking dos estados, com 4.800 casos. E Pernambuco em quarto, com 3.999. Amazonas aparece na quinta posição em ambas classificações.

Ao todo, 13 estados já registram mais de mil pessoas diagnosticados até o momento. Somam-se aos cinco mencionados acima, Bahia, Maranhão, Pará, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

O Ministério da Saúde divulgou que dos 52.995 diagnosticados com Covid-19, 52% (27.655) estão recuperados e 41% (21.670) continuam em acompanhamento, além de 7% (3.670) que morreram.

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Moro se defende de acusação de Bolsonaro

24 Abr2020

Por Jbelmont às 18h42

Escreveu Moro:

- A permanência do Diretor Geral da PF, Maurício Valeixo, nunca foi utilizada como moeda de troca para minha nomeação para o STF. Aliás, se fosse esse o meu objetivo, teria concordado ontem com a substituição do Diretor Geral da PF.

LAURO JARDIM

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Bolsonaro diz que Moro aceitaria demissão de Valeixo depois de ser indicado para o STFF

24 Abr2020

Por Jbelmont às 18h09

 

 Mais cedo, nesta sexta, Sergio Moro anunciou demissão do cargo porque, segundo o ex-ministro, Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal ao decidir demitir o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo. Moro não aceitou.

“Mais de uma vez, o senhor Sergio Moro disse para mim: ‘Você pode trocar o Valeixo sim, mas em novembro, depois que o senhor me indicar para o STF'”, declarou Bolsonaro.

Com informações do G1

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Casos de coronavírus e número de mortes no Brasil em 24 de abril

24 Abr2020

Por Jbelmont às 15h30

As secretarias estaduais de Saúde confirmam no país 51.100 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), com 3.429 mortes. São mais de mil mortes nos últimos 7 dias.

Por G1

Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (24), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 3.429 mortes provocadas pela Covid-19 e 51.100 casos confirmados da doença em todo o país.

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“Está cavando sua fossa. Que renuncie antes de ser renunciado”, diz FHC sobre Bolsonaro

24 Abr2020

Por Jbelmont às 15h11

Foto: Reprodução 


No Twitter, Fernando Henrique Cardoso defendeu explicitamente a renúncia de Jair Bolsonaro e disse que o presidente está “cavando sua fossa”.

“Poupe-nos de, além do coronavírus, termos um longo processo de impeachment. Que assuma logo o vice para voltarmos ao foco: a saúde e o emprego”, escreveu o ex-presidente tucano.

O Antagonista

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Confira resumo da coletiva de Moro que confirmou sua saída do Ministério da Justiça

24 Abr2020

Por Jbelmont às 13h05

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, anunciou a demissão nesta sexta-feira (24). O ex-juiz federal deixa a pasta após um ano e quatro meses no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro.

 


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, anunciou a demissão nesta sexta-feira (24). O ex-juiz federal deixa a pasta após um ano e quatro meses no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro.

A demissão foi motivada pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, indicado para o posto pelo agora ex-ministro. A Polícia Federal é vinculada à pasta da Justiça.

Ao anunciar a demissão, em pronunciamento na manhã desta sexta-feira no Ministério da Justiça, Moro afirmou que disse para Bolsonaro que não se opunha à troca de comando na PF, desde que o presidente lhe apresentasse uma razão para isso.

“Presidente, eu não tenho nenhum problema em troca do diretor, mas eu preciso de uma causa, [como, por exemplo], um erro grave”, disse Moro.

Moro disse ainda que o problema não é a troca em si, mas o motivo pelo qual Bolsonaro tomou a atitude. Segundo o agora ex-ministro, Bolsonaro quer “colher” informações dentro da PF, como relatórios de inteligência.

“O presidente me disse mais de uma vez, expressamente, que ele queria ter uma pessoa do contato pessoal dele, que ele pudesse ligar, que ele pudesse colher informações, que ele pudesse colher relatórios de inteligência, seja diretor, seja superintendente. E realmente não é o papel da Polícia Federal prestar esse tipo de informação”, declarou.

Moro fez uma comparação da situação com o período em que conduziu os processos da Operação Lava Jato como juiz: “Imaginem se durante a própria Lava Jato, ministro, diretor-geral, presidente, a então presidente Dilma, o ex-presidente, ficassem ligando para o superintendente em Curitiba para colher informações sobre as investigações em andamento?”, questionou.

Segundo Moro, a autonomia da Polícia Federal “é um valor fundamental que temos que preservar dentro de um estado de direito”.

De acordo com o relato de Moro, ele disse a Bolsonaro que a troca de comando na PF seria uma interferência política na corporação. Ele afirmou que o presidente admitiu isso.

“Falei para o presidente que seria uma interferência política. Ele disse que seria mesmo”, revelou Moro.

O agora ex-ministro contou que Bolsonaro vem tentando trocar o comando da PF desde o ano passado.

“A partir do segundo semestre [de 2019] passou a haver uma insistência do presidente na troca do comando da PF.”

Moro afirmou que sai do ministério para preservar a própria biografia e para não contradizer o compromisso que assumiu com Bolsonaro: de que o governo seria firme no combate à corrupção.

“Tenho que preservar minha biografia, mas acima de tudo tenho que preservar o compromisso com o presidente de que seríamos firmes no combate à corrupção, a autonomia da PF contra interferências políticas”, declarou.

‘Não assinei exoneração’

Moro afirmou ainda que ao contrário do que aparece no “Diário Oficial”, ele não assinou a exoneração de Valeixo, nem o diretor-geral da PF pediu para sair.

Na publicação, consta a assinatura do então ministro e a informação de que Valeixo saiu “a pedido”.

“Eu não assinei esse decreto e em nenhum momento o diretor da PF apresentou um pedido oficial de exoneração”, disse.

‘Carta branca’

Moro também disse que, quando foi convidado por Bolsonaro para o ministério, o presidente lhe deu “carta-branca” para nomear quem quisesse, inclusive para o comando da Polícia Federal.

“Foi me prometido na ocasião carta branca para nomear todos os assessores, inclusive nos órgãos judiciais, como a Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal”, afirmou o agora ex-ministro.

No anúncio, Moro chegou a se emocionar e a ficar com a voz embargada. Foi quando ele disse que havia pedido ao presidente uma única condição para assumir cargo: que sua família ganhasse uma pensão caso algo de grave lhe acontecesse no exercício da função.

“Tem uma única condição que coloquei. Eu não ia revelar, mas agora isso não faz sentido. Eu disse que, como estava saindo da magistratura, contribuí durante 22 anos, pedi que, se algo me acontecesse, que minha família não ficasse desamparada”, disse Moro.

Demissão do diretor da PF

Moro foi surpreendido com a publicação da exoneração de Valeixo nesta sexta-feira. Fontes ligadas ao ministro disseram que ele não assinou a exoneração, apesar de o nome dele constar, ao lado do nome de Bolsonaro, no ato que oficializou a saída de Valeixo.

Moro foi anunciado como ministro de Bolsonaro em novembro de 2018, logo após a eleição presidencial. O magistrado ganhou notoriedade como juiz de processos da Operação Lava Jato, entre os quais o que condenou o ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá.

Na oportunidade, Bolsonaro garantiu autonomia a Moro na escolha de cargos de segundo e terceiro escalão. O ministro teria “carta branca” no combate à corrupção.

“Conversamos por uns 40 minutos e ele [Moro] expôs o que pretende fazer caso seja ministro e eu concordei com 100% do que ele propôs. Ele queria uma liberdade total para combater a corrupção e o crime organizado, e um ministério com poderes para tal”, declarou Bolsonaro à época.

“É um ministério importante e, inclusive, ficou bem claro em conversa entre nós que qualquer pessoa que porventura apareça nos noticiários policiais vai ser investigada e não vai sofrer qualquer interferência por parte da minha pessoa”, acrescentou Bolsonaro.

Interferências

Após o início do governo, Moro e Bolsonaro tiveram uma relação marcada por episódios de interferência do presidente no ministério. Bolsonaro chegou a dizer que tinha poder de veto nas pastas, pois “quem manda” no governo é ele.

Um dos episódios de interferência ocorreu em fevereiro de 2018, quando Moro, após reclamação de Bolsonaro, revogou a nomeação de Ilona Szabó para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

Cientista política, mestra em estudos de conflito e paz pela Universidade de Uppsala (Suécia) e fundadora do Instituto Igarapé, Ilona Szabó atuou na ONG Viva Rio e foi uma das coordenadoras da campanha nacional de desarmamento.

Bolsonaro é a favor de facilitar o acesso da população a armas e ignorou sugestões feitas pelo ministro da Justiça para o decreto das armas.

Valeixo

A situação da PF também abalou a relação entre Bolsonaro e Moro. O presidente pretendia desde o ano passado tirar Valeixo do comando do órgão.

Delegado de carreira, Valeixo foi superintendente da PF no Paraná e atuou na Lava Jato. A experiência o fez ser escolhido por Moro para chefiar a PF.

A liberdade que Moro teve para escolher Valeixo e superintendentes regionais da PF foi minada aos poucos. Em agosto de 2018, sem o conhecimento da cúpula da Polícia Federal, Bolsonaro anunciou a troca do superintendente do Rio de Janeiro.

A fala gerou ameaça de entrega de cargos na PF. A troca na superintendência ocorreu, mas Moro e Valeixo continuaram nas suas funções.

Coaf

A relação entre ministro e presidente também foi abalada, segundo o jornal “O Globo”, pelo fato de Moro ter pedido ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, a revisão de uma decisão que restringiu o compartilhamento de relatórios do Coaf com os ministérios públicos e a Polícia Federal.

O movimento do ministro irritou o presidente Jair Bolsonaro, pois a liminar atendia a um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente.

Um relatório do Coaf apontou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A defesa argumentou que dados dessas movimentações foram repassados ao Ministério Público sem a autorização judicial.

No caso do Coaf, a transferência do órgão para o Banco Central levou à queda de um dos principais aliados de Moro na Lava Jato, o auditor Roberto Leonel, demitido do comando da estrutura.

Coronavírus

Com a pandemia do novo coronavírus, Moro e Bolsonaro deram outros sinais de descompasso.

Moro defendeu em falas públicas o isolamento como forma de tentar conter o contágio, mais alinhado ao que dizia o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Bolsonaro, por sua vez, fala em isolar somente idosos e pessoas com doenças crônicas. Ele prega a volta do comércio, a retomada das aulas e reabertura de fronteiras com Uruguai e Paraguai.

Supremo

Visto por analistas políticos como um possível postulante ao Planalto em 2022, desde a escolha para chefia a pasta da Justiça, Moro figurou como um possível indicado por Bolsonaro para as duas vagas no STF que serão abertas com as aposentadorias dos ministros Celso de Mello e Marco Aurélio Mello.

Bolsonaro costumava elogiar o perfil de Moro, mas também declarou o desejo de indicar um ministro “terrivelmente evangélico” para a Corte.

Perfil

Nascido em 1972 em Maringá, no norte do Paraná, Moro ganhou visibilidade como juiz da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba – especializada em crimes financeiros e de lavagem de dinheiro.

Ele ficou conhecido nacionalmente por ser o juiz responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.

Antes da operação, Moro trabalhou no caso Banestado e atuou como auxiliar da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, em 2012, no caso do Mensalão do PT.

A Operação Lava Jato, que teve a primeira fase deflagrada em 17 de março de 2014, começou com a investigação de lavagem de dinheiro em um posto de combustíveis e chegou a um esquema criminoso de fraude, corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras. Posteriormente, a ação alcançou outras estatais.

Em mais de quatro anos de Lava Jato, o magistrado sentenciou 46 processos, que condenaram 140 pessoas por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Entre os políticos condenados 13ª Vara Federal de Curitiba estão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB).

Doleiros, ex-diretores da Petrobras e empresários ligados a grandes empreiteiras do país também já foram condenados por Moro.

G1

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RN registra 754 casos confirmados de coronavírus, 3298 suspeitos, 2764 descartados e 38 mortes; nas últimas 24 horas, 4 óbitos

24 Abr2020

Por Jbelmont às 12h25

 

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte (Sesap) atualizou os dados do coronavírus no RN nesta sexta-feira (24). O mais recente boletim epidemiológico registra 754 casos de Covid-19 no RN, 46 a mais que nessa quinta-feira (23), quando eram 708 contaminados.

O número de suspeitos chega a 3.298. Os casos descartados somam 2764. Os recuperados somam 289.

As mortes causadas pela pandemia são 38 – quatro nas últimas 24 horas.

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Ex-ministro Moro: “Sempre vou estar à disposição do país”

24 Abr2020

Por Jbelmont às 12h11

(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O agora ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, encerrou seu pronunciamento de despedida do cargo dizendo que sempre está pronto para ajudar o país.

“Quando assumi, eu sabia dos riscos. Vou descansar um pouco. Vou procurar mais adiante um emprego”, disse.

“Independentemente de onde eu esteja, sempre vou estar à disposição do país.”

O Antagonista

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Além de Moro, Paulo Guedes entra na linha de tiro do presidente

24 Abr2020

Por Jbelmont às 11h56

 EX MINISTRO MORO E A PRÓXIMA VÍTIMA PAULO GUEDES DA ECONOMIA SEGUNDO SE COMENO NO BRASIL

A investida do presidente da República, Jair Bolsonaro, contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, ao mudar o comando da Polícia Federal, não é a única frente de batalha que pode sinalizar uma profunda mudança do perfil do governo.

Nos últimos dias, o ministro da Economia, Paulo Guedes, também entrou na linha de tiro do presidente e seu núcleo mais próximo. Guedes foi atropelado por um anúncio de um plano de obras de infraestrutura que irá pressionar os gastos públicos, o Pró-Brasil.

Guedes também tem visto cada dia mais dividido o papel de conselheiro econômico do presidente, até recentemente exclusivo seu. O presidente tem ouvido cada vez mais o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

Bolsonaristas também têm comandado ataques ao ministro da Economia nas redes sociais e na imprensa.

Segundo dois assessores próximos ao presidente da República, Bolsonaro gosta de Guedes, mas acredita que a saída para a crise causada pela pandemia do coronavirus é o investimento público, com a entrada pesada do Estado patrocinando a retomada econômica e a geração de empregos. O que a equipe liberal do Ministério da Economia não concorda.

Até pouco tempo atrás, era impensável imaginar o governo Bolsonaro sem dois dos seus pilares fundamentais: os superministros Sergio Moro e o "posto Ipiranga" Paulo Guedes.

Segundo uma importante liderança do Congresso Nacional, Bolsonaro passou o primeiro ano “aprendendo” a ser presidente. Agora, se sentiria confortável para dispensar quem acredita não estar mais de acordo com sua linha de pensamento

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Perfil do Blogueiro

JBelmont
José J Belmont Natural de São José de Campestre RN Radialista, ex vereador de Mossoró e ex deputado estad…
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