Vejam como se encontra a nossa Rodoviária Diran Ramos do Amaral.

JBelmont

17Set2019

Por Jbelmont às 00h34

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QUEM FEZ QUE FAZ

JBelmont

16Set2019

Por Jbelmont às 17h42

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Veja

JBelmont

16Set2019

Por Jbelmont às 17h24

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UM CASAL QUE JÁ COMEMOROU BODAS DE OURO, DIAMANTE E BUSCA BRILHANTE

JBelmont

19Ago2019

Por Jbelmont às 20h27

Soutinho e Edite

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AMIZADE VERDADEIRA QUE JÁ PASSA DOS 44 ANOS

JBelmont

13Ago2019

Por Jbelmont às 13h19

Amigo que serei grato durante toda minha vida. Visitei hoje este grande amigo que Mossoró me deu de presente, me refiro a seu Tarcílio Viana Dutra, paraibano nascido em Brejo do Cruz no dia 24 de dezembro de 1920, conterrâneo de Zé Ramalho.

Aos 10 anos veio com os seus pais para o Rio Grande do Norte, residir em Almino Afonso.  Aos 17 anos mudou-se com a família para Caraúbas, onde ingressou no comércio no ramo de tecidos  e criou o Armazém Rio Branco.


Aos 33 anos veio para Mossoró e na Avenida Vicente Saboya, fundou a filial do Armazém Rio Branco. Em Mossoró, o Rio Branco vendia tecidos e confecções, no atacado e varejo, na época, era o maior atacadista de tecidos da região.

 

Seu Tarcílio Viana Dutra, atualmente com 98 anos, casado a 76 anos com dona Edelzuite Leite Dutra, de 95 anos de idade, são pais de 7 filhos. Seu Tarcílio disse ao repórter que trabalhou a vida toda para educar e formar os seus filhos, que são Raimundo e Tarcílio Junior, engenheiros, Francisca Tércia é médica, Mara é médica veterinária, Rose é também engenheira, Horlando (in-memorian) era engenheiro civil e Paulo Viana, formado em administração.

 

Faço este registro, como gratidão ao amigo Tarcílio Viana que sempre reconheceu o meu trabalho quando comandava a grande audiência da Radio Difusora de Mossoró no horário da manhã com o o "Programa Show J Belmont",  "Sim ou Não",  "O sorriso alegre de uma Criança", "Vale Tudo", "O povo Pergunta e o Advogado Responde",  "A Música da Minha Vida" e "Faça um Paralítico Feliz". Estas eram às atrações diárias do programa que conseguia quase 70% de audiência nas pesquisas.

Agradeço a minha grande amiga Dra Maria do Céu,  secretária de seu Tarcílio, pelo apoio e responsável pelas fotos que hora divulgo no nosso site.  Ao amigo Tarcílio Viana, tudo de bom, lhe desejo saúde e muitos anos de vida. Que Deus o proteja sempre.

 

 

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Conversando com... Maria do Céu Fernandes, a primeira deputada estadual do país

JBelmont

02Jul2019

Por Jbelmont às 11h21

Maria do Céu Fernandes, a primeira deputada estadual do país
Domingo - 17/02/2019 - 11:31h



Conversando com...

Maria do Céu Fernandes, a primeira deputada estadual do país

Por Luiz Gonzaga Cortez

No dia 21 de abril de 1987, Maria do Céu Pereira Fernandes, que foi a primeira deputada estadual do Rio Grande do Norte, eleita em 1935, irmã do falecido ex-governador José Cortez Pereira de Araújo (filha de Olindina Pegado Cortez, irmã da minha avó paterna), prima legítima do meu pai, Manoel Genésio Cortez Gomes, me concedeu uma entrevista na residência do seu filho Paulo de Tarso Fernandes, em Natal, publicada no extinto semanário Dois Pontos.

Eis o teor da entrevista:

Como a sociedade recebeu o lançamento da sua candidatura pelo Partido Popular?

MC – Naquele tempo, eu fazia o que queria. Lia livros proibidos, inclusive sobre comunismo e Freud. Sobre comunismo, por exemplo, eu li muito, mas não aceitei a ideologia. Mas sobre a receptividade da minha candidatura posso dizer que os remanescentes do tradicionalismo não aceitaram. Houve um certo impacto no começo, mas depois a Igreja aceitou. Não houve choque nenhum, todos aceitaram.

E o seu pai, político tradicional e conhecido coronel da política de Currais Novos, como viu a sua candidatura?

MC – Eu tinha 24 anos naquela época. Sou de novembro de 1910. Papai não queria que eu fosse candidata, mas não tomei conhecimento porque o que eu fazia era o que achava certo. Veja bem, em 1934, eu tinha amigos e amigas, o que não era comum naquele tempo. Com amigos, eu passeava e viajava. Você já pensou uma mulher de 24 anos passear na cidade com amigos? Passeava com Mário Porto, Eider Trindade e outros grandes amigos. Fui eleita com o apoio do meu pai, Vivaldo Pereira, e do meu noivo, Aristófanes Fernandes.

Logo após a eleição dos deputados para a Assembléia Constituinte Estadual ocorreu a revolta dos cabos e soldados do 21º Batalhão de Caçadores do Exército, em Natal. Como a sra. viu a revolta?

MC – Até gostei de ter havido a revolução comunista. Eu gostei que os comunistas tivessem se rebelado. Gostei porque eles eram idealistas, mas não porque quisesse participar, não. O Brasil estava se tornando horrível. Lendo o livro “Olga”, de Fernando Morais, a gente fica sabendo como os comunistas eram idealistas, mas não tinham meios, coitados, de dominar o Brasil. Como eles iriam vencer num país-continente como o nosso? Como iriam arregimentar gente e recursos para que pudesse haver um congraçamento de norte a sul? Se eles tivessem se levantado de norte a sul, teriam conseguido a vitória. E foi bom assim porque o povo brasileiro não está preparado para o comunismo. Ainda hoje o Brasil não comporta o regime comunista, mesmo com toda a miséria e ignorância.

A senhora tem alguma admiração pelo comunismo?

MC – Há muita coisa que não aceitamos no comunismo da União Soviética e de Cuba. Eu tenho uma admiração e entusiasmo por Fidel Castro. Cuba não é o regime ideal, mas só o fato de Fidel tirar o povo da situação anterior já é grande coisa.

A senhora era de direita?

MC – É, eu era de direita total. Hoje sou de esquerda. Meu pai era um homem de direita, de muita autoridade, mas eu não baixava a cabeça pra ele; ele me ouvia e não discutia comigo, mas era um tipo de patriarca. Embora como pai tivesse ternura pelos filhos, mantinha uma certa distância de nós. (Em 1924, perdi a minha mãe e passei a confiar mais no meu pai).

Que lições tirou desse período?

MC – Casada, procurando aproveitar uma outra situação, escondendo o real, aprendi a “engolir” alguns fatos, a aparentar outra coisa, aquilo que não estava mais vivendo. Quase fico maluca (risos). Não tenho porque alimentar minhocas, cheguei aos 76 anos de idade e não há mais o que mudar. Boto tudo pra fora o que sinto. E vou continuar assim, embora ache que esteja perto de terminar.

Que conselhos a senhora daria às mulheres de hoje?

MC – A mulher deve ser rebelde até certo ponto. Quando ela está convicta que seus objetivos estão certos, deve lutar até o fim. Apesar de sempre ter sido uma mulher rebelde, eu vivi muito bem com o meu marido.

E a política daquele tempo?

MC – Naquele tempo se pensava em fazer alguma coisa pelo povo, mas isso já era utópico. Quando se entra no governo, a gente pensa muito pelos pobres. Por isso, aconselho Geraldo Melo, em que não votei porque não me recadastrei, que olhe mais para quem não tem e olhe menos para quem tem muito. Hoje só se faz política com muito dinheiro, só se elege quem tem dinheiro. Naquele tempo, os coronéis mandavam na política, mandavam votar em quem eles queriam, mas não se comprava votos. As campanhas eram bonitas. Fazíamos campanhas e comícios em cima de caminhões. E assim a gente falava para o povo e pedia votos.

A história registra que a campanha política de 1934 foi muito agitada. Há o famoso episódio do tiroteio de Parelhas que redundou numa morte.

MC – Eu não fui a Parelhas, fiquei em Acari. Por isso, não posso falar sobre esse tiroteio.

E o governo Mário Câmara, antecessor de Rafael Fernandes, cuja administração a senhora apoiou como membro da bancada do Partido Popular?

MC – Se foi um período de violências, eu não sei. Acho que houve alguma violência, mas há muitas controvérsias sobre isso, não é? Houve o caso do assassinato do filho de Juvenal Lamartine, Otávio, mas um grande amigo meu constituinte daquele tempo, rebate essa acusação de que Mário Câmara foi o responsável. Fomos obrigados a ir para a Paraíba, por causa da tensão reinante em Natal. Na Paraíba, o governador Argemiro Figueiredo, recebeu e hospedou os 14 deputados do Partido Popular. Forças federais garantiram o regresso a Natal, que encontramos deserta. Aqui, os 14 deputados ficaram hospedados na casa de Alberto Roselli, amigo nosso.

A casa ficava no Grande Ponto e, no dia seguinte, muita gente querendo nos ver. Ficamos na casa de Alberto Roselli até o dia da votação indireta na Assembléia Legislativa, que funcionava na rua Junqueira Ayres, onde hoje está a Ordem dos Advogados. A eleição dos deputados foi muito agitada, mas a eleição de Rafael Fernandes foi pacífica. Os catorze deputados ficaram unidos e coesos e elegemos Rafael Fernandes por um voto de maioria. Foi uma vitória sofrida e bonita. Depois da votação, saímos do prédio da Assembléia para buscar Rafael Fernandes. No meio desse povo, eu era a única mulher.

A senhora recebeu ameaça de morte?

MC – Bom, na época da campanha houve algumas ameaças. Por três vezes, entraram na minha residência para me sequestrar. Uma vez senti que um homem estava no banheiro da minha casa e gritei. As pessoas que estavam em minha casa viram o homem pulando o muro e desaparecer, na rua 13 de Maio (hoje Princesa Isabel). Em seguida, forças federais vigiaram a minha casa até 1935.

Acredita que as demissões de guardas civis, nomeados por Mário Câmara, precipitaram a insurreição do 21º BC?

MC – A insurreição de 35 não foi eminentemente comunista. A coisa já vinha lá do sul, mas aqui anteciparam um pouco, pois não era para estourar no dia 23 de novembro. Essa antecipação favoreceu o governo de Getúlio Vargas, pois se eles estivessem articulados de norte a sul, acredito que não teria fracassado. Mas voltando ao caso das demissões dos guardas civis, creio que eles favoreceram a rebelião. Na época, eu disse ao monsenhor Mata (presidente da Assembléia Legislativa e membro do PP): “Sou uma pessoa disciplinada, mas não aceito certas coisas. Eu não sou uma ovelha que segue um só rebanho para deixar de lado a minha discordância com as demissões. Quanto a antecipação da revolta por causa das demissões feitas pelo governador Rafael Fernandes, não posso garantir, mas pode ter influenciado. Foram mais de 300 pais de famílias demitidos em poucos dias.

Chegou a ver atos de heroísmo durante a revolta?

MC – Não. Quando estourou a revolução eu estava no Teatro Carlos Gomes. Fui obrigada, muitas vezes, a me arrastar e me esgueirar no meio do mato. Chegamos na casa de José Mesquita, na avenida Deodoro, onde hoje fica o edifício Chácara 402. Passamos o resto da noite lá e, de manhã cedo, caminhamos para a praia do Meio. Durante o governo revolucionário não sofremos nada, não sei porque. Sabíamos que um dos líderes da revolução era José Macedo, natural de Santana do Matos e, parece, que ele mandou que a nossa família fosse respeitada. Dos quatro dias que passamos na praia só me lembro que faltaram alguns alimentos em Natal. Soube que alguns seguidores de José Augusto, do Partido Popular, em Macaíba, participaram da insurreição, mas não sei porque. Por ouvir dizer, em Macaíba, sei da participação de Alfredo Mesquita na insurreição. A insurreição comunista foi uma surpresa para muita gente. Eu lia muito e sabia que alguma coisa iria acontecer, mas que não rebentaria na noite do dia 23 de novembro de 1935. Quanto a heróis, desconheço que tenha aparecido algum em Natal, durante a revolução comunista.

Luiz Gonzaga Cortez é jornalista e pesquisador

Leia também: A eleição de 1934-1935 no Rio Grande do Norte;

Leia também: Cangaço e coronelismo no RN.

* O resultado final das eleições no Estado foi anunciado no dia 16 de outubro de 1935. A Justiça Eleitoral divulgou a vitória do Partido Popular, que elege 14 deputados estaduais contra 11 da Aliança Social. Maria do Céu obteve 12.058 (doze mil e cinquenta e oito) votos. Torna-se, então, a primeira deputada estadual do Brasil, no Rio Grande do Norte. Nessa eleição, ainda, saem vitoriosos três deputados federais do Partido Popular e dois da Aliança Social. Ainda neste mesmo dia, fica decidida a convocação para a instalação da Assembléia Constituinte para o dia 19 de outubro e o pleito do primeiro governador constitucional do Estado para o dia 29 de outubro de 1935. Vence Rafael Fernandes, pelo Partido Popular. Maria do Céu foi cassada pelo Estado Novo em 1937. Faleceu em 2001.

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PATOS É O 4ª MUNICÍPIO DO ESTADO DA PARAÍBA PODER LEGISLATIVO CHAMA A ATENÇÃO

JBelmont

13Jun2019

Por Jbelmont às 20h35

Presidente Tide Eduardo anuncia pagamento da primeira parcela do 13º salário dos servidores da Câmara de Patos

 

Em Patos, visitando a cidade paraibana, dei uma esticadinha até a Camâra Municipal, para conhecer a casa do poder legislativo do município, que funciona em sede propria no centro da cidade.
Fui recebido pelo radialista e jornalista Dagmar Santos, que também é diretor administrativo da Câmara de vereadores da cidade. Sinceramente fiquei impressionado com as instalações, em especial o plenário, que pode receber um público de até 250 pessoas sentadas para assistir as sessões dos senhores vereadores que ocupam as 17 cadeiras da casa. 


Com a divulgação da estimativa oficial 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, o Município de Patos tem atualmente a quarta maior população do estado da Paraíba, a 56ª do Nordeste e a 288ª maior do Brasil, entre os 5.570 municípios brasileiros.


Com 107.790 habitantes e uma população flutuante bastante significativa, Patos integra desde 2010, o grupo dos municípios brasileiros habitados por mais de 100 mil pessoas, quando alcançou naquele ano, 100.674 habitantes. Na Paraíba, a Capital do Sertão só perde para João Pessoa, que possui 811.598 habitantes; Campina Grande, com 410.332 e Santa Rita, que tem uma população de 136.851 pessoas.


Com um território de 473,056 km2 de área, Patos possui atualmente uma densidade demográfica de 227,85 habitantes por quilômetro quadrado, dado ao seu crescimento urbano e comercial registrado nas últimas décadas.


Atrás das 27 Capitais do Brasil e de cidades importantes do Nordeste e do Brasil como Campina Grande-PB (410.332); Caruaru-PE, (356.128) e Mossoró-RN, (295.619), Patos fica à frente de grandes centros econômicos do nosso país, a exemplo de Piraquara-PR (107.751); Tubarão-SC (104.457); Iguatú-CE (102.614) e Paulínea-SP (102.499) habitantes.

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Foi um sucesso o lançamento do livro "Antes que memória delete" de Francisco Canindé da Silva

JBelmont

25Maio2019

Por Jbelmont às 23h22

Um exelente público compareceu na noite deste sábado a Escola de Artes de Mossoró para prestigiar o lançamento do livro "Antes que a memória delete" do escritor Francisco Canindé da Silva. Veja fotos


O presidente da Previ-Mossoró, o economista Elviro Rebouças,representou a prefeita Rosalba Ciarline 

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MOSSORÓ DE TODOS OS TEMPOS

JBelmont

17Nov2018

Por Jbelmont às 09h34

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QUEM FEZ E QUEM FAZ

JBelmont

17Nov2018

Por Jbelmont às 09h08

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José J Belmont Natural de São José de Campestre RN Radialista, ex vereador de Mossoró e ex deputado estad…
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